

“Muitos problemas que vocês têm aqui nós também temos nos EUA”, disse o presidente da CEDIA, Utz Baldwin, dono de uma empresa de projetos e instalação na cidade de Houston. Há um ano no comando da entidade, Baldwin fez questão de afirmar o Brasil é prioridade nos seus planos, mas alertou que sua atuação aqui depende fundamentalmente da disposição dos profissionais brasileiros de se unirem.
A CEDIA já está presente em dois outros
importantes países latino-americanos (México e Argentina), mas segundo Baldwin o Brasil apresenta um potencial muito mais atraente.
“Além do mercado brasileiro ser maior, notamos que aqui as pessoas estão mais interessadas e em busca de aperfeiçoamento. A CEDIA valoriza muito o conceito de educação e quer trabalhar junto com os brasileiros para implantar seus programas de treinamento”. |