
Após o sucesso de seu primeiro evento no Brasil, a CEDIA tem planos de fazer outros treinamentos no País até o final do ano. Em setembro, está prevista uma série de sessões em São Paulo e, provavelmente em novembro, a entidade irá realizar sua primeira convenção, dependendo da adesão dos profissionais brasileiros.
Além disso, a CEDIA deverá participar – como convidada – do 4º. Digital Home Workshop, que a revista HOME THEATER irá organizar em julho.
Para 2009, o plano da entidade é oferecer aos brasileiros seu primeiro curso de certificação, nos moldes dos que já são oferecidos nos EUA há vários anos. “Não queremos nos precipitar para não cometer os erros cometidos no passado”, diz Branden Camp (foto), coordenador das atividades internacionais da CEDIA.
“O programa de certificação é muito valioso para nós, mas exige uma série de preparativos e implica em altos custos. Vamos ainda analisar bem o mercado antes de anunciá-lo formalmente”.

Em clima bastante informal, os participantes do 1º. Treinamento Oficial CEDIA puderam conferir, na manhã deste sábado, como funciona uma empresa norte-americana de home theater. A apresentação foi feita por Eric Lee (foto), dono da ICE (Integrated Control Experts), de Chicago, instrutor da CEDIA, que falou sobre instalação de sistemas de entretenimento doméstico.
Na prática, foi mais um bate-papo sobre a introdução das novas tecnologias nos sistemas de home theater convencionais. Além de falar, Lee também quis ouvir dos participantes explicações sobre como funciona o mercado brasileiro. “Existem muitas similaridades”, admitiu (clique aqui para ver o vídeo). “O cliente é o mesmo em todo lugar. Quer os melhores produtos, a melhor instalação e o melhor suporte. O que procuramos fazer é mostrar ao cliente que tudo isso tem um preço. Mas aquele que nos procura pensando apenas no preço, já sabemos que irá trazer problemas, porque estamos falando de estilo de vida, conforto e segurança”.
Lee contou até detalhes sobre sua vida pessoal, inclusive a crise que viveu quando sua empresa foi roubada por um ex-funcionário. “Perdi 350 mil dólares”, diz ele. “Nesse momento, tive apoio até de clientes, que me emprestaram dinheiro. Isso foi resultado do relacionamento que sempre procuramos cultivar com os clientes. Eles têm certeza de que jamais iremos deixá-los na mão”.
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