Consumidores assistem vídeo e TV 30 horas por semana

Em mais uma pesquisa anual sobre os hábitos de consumo de vídeo, TV e banda larga, realizada em 13 países, a quantidade de pessoas que têm o hábito de assistir a vídeos pelo smartphone continua aumentando. Após entrevistas com cerca de 20 mil usuários, o novo estudo do ConsumerLab, da empresa sueca Ericsson, revela que quase 70% deles assistem regularmente a conteúdos de vídeo usando seu celular. Esse número significa o dobro que foi registrado em 2012.

Realizada há oito anos consecutivos, a pesquisa da Ericsson serve para apontar tendências na indústria eletrônica e no setor de entretenimento. Indica, por exemplo, que até 2020 metade dos acessos a filmes, séries e programas de TV será feito via dispositivos móveis, como smartphones, tablets e notebooks, e não pelos TVs convencionais. “As pessoas não apenas estão assistindo mais a vídeo, como estão mudando a forma de fazê-lo”, explica Anders Erlandsson, diretor do ConsumerLab. “Cada vez buscam mais conteúdos sob demanda, portabilidade e experiências imersivas”.

Segundo o estudo, o número médio de horas assistindo a vídeo e TV chegou a 30 por semana, um recorde histórico. Isso inclui tanto a programação linear das emissoras quanto conteúdos pré-gravados (em disco) e conteúdos sob demanda, como Netflix, YouTube etc. Mas 60% dos entrevistados dizem preferir ver seus programas e filmes preferidos nos horários mais convenientes (eram 30% em 2010). Cada residência hoje possui, em média, 3,8 dispositivos conectados a serviços on-demand, número que era de 1,6 em 2012.

A pesquisa foi conduzida via entrevistas online, com pessoas entre 16 e 69 anos de idade, no Brasil, Canadá, China, Alemanha, Índia, Itália, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Suécia, Taiwan, Reino Unidos e Estados Unidos. Segundo a Ericsson, todos os entrevistados possuem conexão de banda larga e assistem TV ou vídeo pelo menos uma vez por semana. Parte deles respondeu às questões usando dispositivos de realidade virtual (VR).

Para ver o conteúdo da pesquisa, acesse  este site; para ver um resumo em português, clique aqui.

FONTE: Ericsson ConsumerLab
 
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